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O que muda quando estudamos Astrologia?

Atualizado: 4 de jan.

Desde 2015 venho avaliando as três principais fases da construção do astrólogo e cheguei a três pilares que fui observando durante a exposição e a capacitação dos meus alunos diante ao conhecimento astrológico, conheça um pouco mais sobre eles abaixo:



1° A COGNIÇÃO E LINGUAGEM

O primeiro pilar preparatório acontece quando o aluno inicia sua exposição a simbologia.

A simbologia astrológica é uma linguagem não verbal que fala diretamente ao hemisfério direito do cérebro e inicialmente soa muito estranha ao hemisfério esquerdo acostumado a receber conhecimento de maneira linear, analítica, judicial e limitada a linguagem verbal. Sendo assim, muitos passam por essa fase com estranheza alternado por estados de confusão e desorganização durante as aulas.

Um outro ponto bastante observado é que muitos alunos passam por necessidades de interrupções por desafios que surgem no processo e isso acontece provavelmente por essa linguagem atravessar o sistema de crenças da pessoa trazendo novos ângulos de visão, ampliando a percepção e promovendo convites a mudanças na sua interação com o meio.

E por último, os sonhos que tem se apresentado como uma constante nos novos alunos.

Muitos comentam o quanto sonham com os símbolos nessa fase e, esse pode ser um jeito do hemisfério direito absorver o conteúdo.


 

2° CORRELAÇÃO| AUTONOMIA DE PENSAMENTO

Nesse segundo pilar preparatório o aluno passa a ver a realidade de acordo com o mapa. Olha as pessoas como mapas, vive as experiências correlacionando com a astrologia e até parece justificar tudo com os posicionamentos descritos em um mapa astral.

É uma fase importante para conexão com o conhecimento, uma fase onde o aluno deve aprender a observar nuances e interações do seu mapa acontecendo em seu dia-a-dia e brincar com as diferentes maneiras de manifestá-las, descobrindo seus limites e também suas possibilidades.

É um tempo importante para lidar com a dependência de livros e olhares de outros astrólogos para conexão das informações simbólicas (planetas nos signos e casas, aspectos, etc) e também para o cuidado com uma leitura enrijecida, determinista ou aprisionante.

O mais importante nessa fase é aprender a elaborar frases conectando os símbolos astrológicos.


 

3° COMPREENSÃO DO RELÓGIO

Nessa terceira fase, o aluno começa a compreender o tempo atuando nas experiências da vida, conhece os ciclos individuais, sociais e geracionais e percebe os diferentes atravessamentos que estes fazem com o mapa, revelando uma nova camada de compreensão das experiências temporais.

Essa fase é libertadora, porque o aluno passa a compreender e atuar melhor com o ritmo do seu mapa, descobrindo muitas vezes que seu relógio pode não estar afinado com a demanda social ou que existem demandas geracionais que estão a frente da vontade pessoal naquele momento.

Nesse estágio, o aluno acopla o tempo aos potenciais estudados no mapa e sabe aguardar o momento que estes estarão disponíveis para serem desenvolvidos, em suas diferentes fases.



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